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Centro de distribuição Sadia - RJ

A Sadia foi fundada por Attilio Fontana, em 1944, no oeste catarinense. Ao longo dos anos, firmou sua excelência no segmento agroindustrial e na produção de alimentos derivados de carnes suína, bovina, de frango e de peru, além de massas e margarinas. Nos últimos anos, a Sadia se especializou, cada vez mais, na produção e distribuição de alimentos industrializados congelados e resfriados de maior valor agregado.

Líder nacional em todas as atividades em que opera, a Sadia também é uma das maiores empresas de alimentos da América Latina e uma das maiores exportadoras do País. No mercado brasileiro tem um portfólio de cerca de 680 itens, que são distribuídos para aproximadamente 300 mil pontos-de-venda. Para o mercado externo, exporta perto de 250 produtos para 92 países.

A empresa mantém um parque fabril com 11 unidades industriais, duas unidades agropecuárias e centros de distribuição espalhados por 14 Estados brasileiros.

O problema:

Em todo o mundo, diversas câmaras frias têm diferentes configurações, mas nenhuma é capaz de eliminar completamente um problema familiar a todos: o risco de condensação e a consequente formação de gelo quando o ar quente e úmido proveniente da atmosfera se mistura com o ar frio da câmara.

A solução:

Ao enfrentar situações como essa, os especialistas da Munters confeccionaram a solução para as necessidades específicas de cada câmara de refrigeração, como fizeram ao serem convocados pelo departamento de engenharia da SADIA.

Devido à constante necessidade de acesso das docas de carga e descarga em seu centro de distribuição em Duque de Caxias no Rio de Janeiro, suas câmaras frias passavam pela inevitável formação de gelo por conta do ar quente e úmido proveniente das docas, além da condensação em pisos, paredes e teto.

Isso produziu diversos efeitos. A água e o gelo deixaram o piso da área da doca extremamente escorregadio. O gelo começou a se formar ao redor das entradas da câmara. O gelo também começou a se formar no interior da câmara inclusive na entrada das serpentinas do evaporador, criando a necessidade constante de degelos e fazendo que a capacidade de resfriamento fosse afetada ao extremo.

Às vezes, havia a formação de névoa no ambiente e a formação de neve no teto. Apesar de todos esses aspectos serem motivo de preocupação para a SADIA, a manutenção da capacidade de resfriamento na câmara era, potencialmente, o aspecto mais dispendioso. Por fim, a solução oferecida pela Munters eliminou todos estes problemas. No centro dessa solução estava o uso dos desumidificadores Munters que desumidificam o ar nas áreas de expedição e recebimento.

Aplicação:

A solução de desumidificação recomendada pela Munters visou resolver a causa do gelo, ao invés de apenas tratar os sintomas. Com isso, a solução proporcionou uma cura permanente, ao invés de um alívio temporário que é oferecido com a instalação de evaporadores maiores e a redução da velocidade do ar.

Isso também permitiu a redução dos ciclos de degelo tanto na freqüência como na duração com conseqüente economia de tempo e dinheiro. Para realizar isso, foi necessário reduzir o ponto de orvalho do ar que entrava no prédio, e depois no interior da câmara.

O ponto de orvalho é a temperatura em que a umidade condensa no ar para formar gotas de água. É possível evitar a condensação aumentando-se a temperatura da superfície ou diminuindo o conteúdo de umidade no ar. Dava facilmente para notar que, nas câmaras a temperatura não era variável e com isso o conteúdo de umidade tinha que ser reduzido.

Os benefícios que a SADIA obteve ao instalar o sistema foram consideráveis. O gelo na entrada da câmara foi eliminado. A área da doca, agora livre de névoa e das condições escorregadias, se tornou mais segura.

A formação de gelo nas serpentinas do evaporador foi eliminada. O número e a duração dos degelos foram reduzidos dramaticamente. A qualidade do produto foi mantida e a capacidade de produção em termos de tempo gasto no carregamento aumentou.

O processo:

O desumidificador de ar Munters tem como elemento principal o cilindro rotativo monolítico com o formato de colméia, constituído por lâminas corrugadas de material inerte, não metálico, não corrosivo, impregnado com substância de grande capacidade de adsorção, formando um meio dessecante sólido não granular, que retém em sua superfície, água na fase de vapor. A estrutura corrugada forma canais uniformes paralelos ao eixo do cilindro, permitindo o escoamento da corrente de ar em fluxo laminar, de modo a proporcionar a máxima retenção de água com o mínimo de perda de carga.

O cilindro gira lentamente, entre duas correntes de ar em sentidos opostos : de um lado, a corrente de ar úmido que é secada ao passar através dos canais, chamada de ar de processo, e do outro, a corrente de ar previamente aquecida, que passa através dos canais do setor de reativação do cilindro, removendo a umidade retida pelo dessecante, chamada de ar de reativação.

As partes reativadas do cilindro entram novamente no setor do ar de processo, dando continuidade à secagem do mesmo. O ar utilizado para reativação do cilindro é tomado e descartado em ambiente externo ao processo de secagem.

O sistema de rotor dessecante é altamente eficiente, e ao contrário de alguns sistemas de desumidificação alternativos, não usa gases CFC.

Principais vantagens:

  • em gelo ou neve nas entradas da câmara fria - Isto possibilita um melhor acesso e assegura que as portas serão capazes de abrir e operar mais facilmente.
  • Material armazenado perto das áreas de entrada - Não estarão mais sujeitos a colapsos ou serão rejeitados devido a formação de gelo.
  • Doca de Carga livre de neblina ou pisos escorregadios – Isto propicia uma área de trabalho melhor e mais segura, melhora a visibilidade e a estabilidade para pessoas e empilhadeiras, evitando acidentes potencialmente custosos e perda de tempo.
  • Aumento de Eficiência - Uma área seca e com boa visibilidade, com portas que operam corretamente, propicia uma operação mais rápida de carga e descarga.
  • Prevenção de formação de gelo nas serpentinas evaporadoras - Reduzindo a frequência e a necessidade de ciclos de descongelamento, propiciando maior economia de energia.
  • Garantia de qualidade e temperatura dos produtos – Não havendo gelo ou neve, não há carga latente, o que possibilita que o sistema de refrigeração se concentre somente em manter a temperatura correta de armazenagem dos produtos, sem medo de perda de qualidade.
  • Melhora na aparência - Um ambiente sem gelo, neve ou neblina se apresenta mais limpo para visitantes e potenciais clientes.
  • Redução nos custos de manutenção - Menos gelo na câmara significa:
  • Uma redução no custo do trabalho de reparação de portas que se danificam devido à formação de gelo;
  • Eliminação da mão de obra de quebrar o gelo de serpentinas, paredes e pisos;
  • Menos problemas de colisões e acidentes causados por pisos escorregadios.
 
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